Streaming e coproduções abriram portas — e exigiram um novo tipo de preparo dos talentos, que hoje precisam transitar com naturalidade entre sotaques, formatos e mercados distintos.

Conversamos com diretores de elenco que trabalham com produções internacionais sobre o que mudou no processo de seleção: menos ênfase no currículo, mais peso em fitas de apresentação bem produzidas e domínio de inglês fluente.
Para a equipe de carreira da agência, o recado é claro — investir em preparo técnico contínuo, ainda que o talento já esteja em atividade, é o que diferencia quem emplaca um teste internacional de quem fica de fora.



