Uma prévia das direções estéticas que devem dominar os editoriais do próximo ano, baseada nas referências que já circulam entre stylists e diretores de arte parceiros da agência.

Texturas artesanais, alfaiataria desconstruída e uma paleta terrosa aparecem como fio condutor em boa parte das propostas — um contraponto ao excesso de cor visto nas temporadas anteriores.
Para os talentos da agência, entender essas direções com antecedência é uma vantagem competitiva: permite chegar a testes e castings já alinhado ao repertório visual que o mercado está buscando.



